Inovação e liderança: vetores para o sucesso da estratégia
14 de setembro de 2016 Notícias
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O início do segundo Encontro de Gestão Estratégica de 2016 das Redes de Educação, de Hospitais e Entidades Sociais Notre Dame – mantidas pela Congregação de Nossa Senhora, em todo o Brasil – foi marcado pela apresentação do vídeo “Gestão e Liderança de Pessoas na Prática – Interdependência ou Morte!”, apresentado pelo consultor de empresas Ricardo Guimarães.

Nele, Ricardo comenta a angústia causada pela enorme quantidade de informações e pela velocidade com que os dias passam e as coisas mudam, sem que se consiga processar direito o que está acontecendo.“A sensação de estar perdido no meio do tiroteio, vivenciada por inúmeras pessoas e organizações, tem a ver com o fato de estarmos no meio da transição de um modelo de Sociedade Industrial para uma Sociedade do Conhecimento, onde todos estão conectados a tudo e a todos o tempo inteiro”, esclarece.

Ainda segundo Guimarães, o mundo virou de cabeça pra baixo depois que a tecnologia ficou mais barata e acessível às pessoas, fazendo com que, de uma hora para outra, todos se transformassem em agentes conectados, capazes de mobilizar e de produzir conhecimento, sem ter que pedir permissão às organizações, que antes ditavam as regras do jogo. As empresas, antes habituadas a lidar com consumidores passivos e sistemas hierarquizados, com funcionários doutrinados a bater continência ao primeiro comando, hoje patinam e tentam achar meios de se relacionar com consumidores e colaboradores mais exigentes, críticos e conscientes sobre seus papeis e sobre as responsabilidades das organizações.

Por isso, afirma o consultor que orienta o processo de Gestão das instituições Notre Dame, Gustavo Martins, o gerenciamento estratégico exige de seus atores inovação e liderança. “Sem esses elementos, todo nosso a elaboração e a execução das estratégias tornam-se esforços em vão”, avaliou.

Gestão - 2Numa alusão ao livro “A Estratégia do Oceano Azul” – escrito por Chan Kim e Renée Mauborgne, a partir de um estudo de 150 movimentos estratégicos empreendidos por mais de 30 indústrias, durante mais de um século, e lido pelos gestores Notre Dame, em preparação para o Encontro -, Gustavo salientou que o momento é de retomada do movimento estratégico, ou seja, das decisões e das ações gerenciais que resultam em produtos e serviços capazes de criar novos mercados. “A criação de oceanos azuis não se correlaciona com inovação tecnológica, em si. A principal característica definidora dos oceanos azuis está relacionada com os atributos que representam valor para os compradores” explicou.

O grupo de gestores, reunido na Casa Santa Cruz, localizada em Passo Fundo, desde segunda-feira (12), segue traçando estratégias para enfrentar esse mercado em constante mudança até sexta-feira (16), num processo de revisão do Mapa Estratégico, que exige, também, estudo e aprofundamento dos cenários que envolvem as áreas de atuação da Congregação.

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